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MT não recua da compra de vacinas via Consórcio e segue negociação da Sputnik

11/06/2021

Estão mantidas as negociações para a compra de 1,2 milhão de doses da vacina Sputnik para Mato Grosso. É o que garante o Governo do Estado que tenta uma saída para o impasse com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O governador Mauro Mendes (DEM) segue nas tratativas junto ao Consórcio Nordeste e Amazônia Legal e não vai recuar de trazer mais vacinas para o estado mesmo com a decisão do Consórcio Brasil Central, formado pelo Distrito Federal e outros seis estados, incluindo MT, de que vai aguardar a decisão final Anvisa antes de comprar o imunizante. O anúncio de suspender as negociações foi feito nesta quinta (10), mas, de acordo com o governo do MT, os técnicos estão estudando uma solução para o contrato e ampliar o número de doses da vacina para o estado. Isso porque a Anvisa chegou a anunciar que só liberaria 1% das doses de acordo com a população de cada estado o que daria em torno de 35 mil doses para MT. A expectativa é convencer o governo Federal a permitir que os estados comprem o imunizante e manter os acordos feitos e as negociações que já avançaram. Existem duas negociações em andamento, uma mais adiantada e que segue com o Consórcio Nordeste e Amazônia Legal para compra de 1,2 milhão de doses e outra ainda inicial com o Consórcio Brasil Central que prevê a compra de 2 milhões de doses. “As estritas e complexas condições impostas pela Anvisa na autorização excepcional para importação da Sputnik V, ao Consórcio Nordeste – operacionais, sanitárias e de logística – levaram os entes consorciados a manterem o interesse na compra do imunizante, desde que haja a autorização e regulamentação da Anvisa", diz trecho da nota divulgada pelo Consórcio sobre a suspensão. Além de MT, o Brasil Central conta com Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins e Rondônia. A fábrica para produzir a Sputnik é a da União Química, no DF, onde a empresa já apresentou o primeiro lote da vacina produzido no Brasil e o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) foi fabricado. Mauro esteve em visita à fábrica ainda em março quando a fabricante informou que poderia fornecer 10 milhões de doses do imunizante, o que depende apenas de autorização da Anvisa. fonte: rdnews

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